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Novo chefe da CGE reforça atuação preventiva e colaborativa para os próximos 4 anos

Os desafios de atuação do órgão foram apresentados pelo secretário-controlador geral do Estado, Paulo Farias, aos servidores do órgão
Ligiani Silveira | CGE-MT

Reunião inaugural do novo chefe da CGE-MT, Paulo Farias, com os servidores do órgão - Foto por: Juliene Leite - CGE/MT
Reunião inaugural do novo chefe da CGE-MT, Paulo Farias, com os servidores do órgão
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Atuar de forma preventiva, colaborativa e propositiva junto aos órgãos estaduais que executam as políticas públicas para melhorar a eficiência dos serviços prestados ao cidadão. Este será um dos desafios da Controladoria Geral do Estado (CGE) nos próximos quatro anos.

Os desafios e as primeiras diretrizes de atuação do órgão para os anos de 2023 a 2026 foram apresentados na segunda-feira (09.01) pelo secretário-controlador geral do Estado, Paulo Farias, aos servidores da CGE. Foi a primeira reunião com todos os servidores do órgão, após a posse do novo secretariado do Governo de Mato Grosso.

“Vamos atuar de forma coordenada com os demais órgãos do Estado para auxiliar na melhoria dos processos, produtos e resultados. Também vamos atuar de forma preventiva junto aos atores implementadores de políticas públicas, de modo a evitar erros e desperdícios. Para isso, precisamos melhorar a comunicação e a proximidade com os órgãos”, destacou o novo chefe da CGE.

Nos trabalhos do novo ciclo, a CGE vai se nortear nas atribuições de controle interno previstas na Constituição Estadual, na identidade institucional do órgão, em referenciais técnicos internacionais de qualidade de auditoria interna e nas diretrizes da alta gestão do Estado de melhorar a relação da Controladoria com os órgãos, atuar de forma preventiva e contribuir para a eficiência das ações do Poder Executivo Estadual.

Neste mês de janeiro, o controlador-geral vai se reunir com as equipes da CGE para levantar necessidades, percepções e soluções sobre pessoas, processos e produtos para que a Controladoria possa traçar a estratégia de trabalho. “Precisamos da participação ativa dos servidores do órgão para conhecer os pontos fortes e pontos fracos da CGE e, partir disso, definirmos quais medidas adotar para melhorar nosso ambiente de trabalho, nossa instituição e as entregas ao Estado”, ressaltou o secretário-controlador.